Perguntas frequentes
São as dúvidas que mais aparecem na primeira consulta. Se a sua não estiver aqui, traga na avaliação — ou pergunte antes, pelo telefone.
Medo, dor e segurança
Perguntas frequentes
Vai doer?
O procedimento é feito com anestesia local, e a sedação consciente é uma opção para reduzir a ansiedade. Desconforto e inchaço nos primeiros dias são esperados e controlados com a medicação prescrita. Qualquer dor fora do previsto deve ser comunicada para reavaliação.
Tenho pavor de dentista. Como vocês lidam com isso?
É mais comum do que parece e não é motivo de constrangimento. A sedação consciente existe justamente para isso: você fica acordado e capaz de responder, porém mais tranquilo. Antes há avaliação de saúde, com anamnese e, quando necessário, exames ou parecer do seu médico.
Vou ficar desacordado com a sedação?
Não. Na sedação consciente você permanece acordado. O objetivo é reduzir a ansiedade, não desligar a consciência. Ela é usada junto com a anestesia local, não no lugar dela.
Tempo e etapas
Perguntas frequentes
Quanto tempo demora o tratamento?
Depende do seu caso e da cicatrização, que varia de pessoa para pessoa. O tempo estimado de cada etapa consta no plano de tratamento entregue por escrito na avaliação.
Vou ficar sem dente durante o processo?
Existem protocolos de carga imediata, em que a prótese fixa provisória é instalada na mesma cirurgia. A elegibilidade depende do exame de imagem e das condições verificadas no dia do procedimento.
Quantas consultas são necessárias?
Varia com o tratamento. O plano por escrito traz as etapas previstas, para você se organizar com antecedência.
Saúde e condições prévias
Perguntas frequentes
Tenho diabetes. Posso fazer implante?
Condições controladas não impedem a avaliação. Fazemos anamnese detalhada e, quando necessário, solicitamos exames ou parecer do seu médico antes de definir a conduta.
Tenho pressão alta e tomo remédio contínuo. Isso atrapalha?
Informe todas as medicações que você usa na avaliação. Muitas não impedem o tratamento, mas algumas exigem ajuste de conduta ou conversa com o seu médico. Isso é definido antes, nunca no dia do procedimento.
Com 68 anos ainda vale a pena?
A idade sozinha não é impedimento. O que pesa é a sua condição de saúde geral e a condição do osso, avaliadas caso a caso.
Sou fumante. Muda alguma coisa?
Sim. O cigarro interfere na cicatrização e no comportamento dos implantes ao longo do tempo. Isso não elimina automaticamente a possibilidade de tratamento, mas entra na conversa e no planejamento desde o início.
Falta de osso
Perguntas frequentes
Me disseram que eu não tenho osso. E agora?
Existem caminhos como o enxerto ósseo e o implante zigomático. Nem todo caso é elegível, e quem define é a tomografia. Vale refazer a avaliação antes de considerar o assunto encerrado.
Já fiz enxerto e não deu certo. Tem outra saída?
Pode haver. O implante zigomático se ancora no osso da maçã do rosto e é avaliado justamente em situações de perda óssea severa na arcada superior. A viabilidade depende do exame de imagem.
Convênio, pagamento e valores
Perguntas frequentes
Vocês atendem convênio ou plano odontológico?
Não. O atendimento é exclusivamente particular. Não atendemos convênios, planos odontológicos ou SUS.
Posso parcelar?
As formas de pagamento são apresentadas pessoalmente na avaliação, junto com o plano de tratamento.
Por que vocês não informam valores pelo telefone?
Porque sem diagnóstico qualquer número seria chute. Cada caso tem quantidade de implantes, necessidade de procedimentos prévios e etapas diferentes. As condições são apresentadas após o exame de imagem, com o plano na mão.
A avaliação tem custo?
Essa informação é passada no agendamento, junto com o que está incluído na consulta. Fale com a recepção pelo telefone ou pelo WhatsApp.
Resultado e acompanhamento
Perguntas frequentes
Qual a garantia do tratamento?
Trabalhamos com acompanhamento e manutenção periódica, que são parte do tratamento e estão descritos no plano. Nenhum profissional sério promete resultado: o que existe é planejamento criterioso, execução cuidadosa e acompanhamento ao longo do tempo.
Preciso voltar depois que terminar?
Sim. A manutenção periódica é o que permite detectar cedo qualquer alteração na gengiva, na prótese ou nos implantes. Ela faz parte do tratamento, não é um extra.
Implante dura para sempre?
Implantes têm bom histórico de longevidade na literatura odontológica, mas o comportamento depende de higiene, manutenção, tabagismo, bruxismo e da sua saúde geral. Por isso o acompanhamento importa tanto quanto a cirurgia.
A consulta e a clínica
Perguntas frequentes
Preciso levar algum exame na primeira consulta?
Não é obrigatório. Se você já tiver tomografia, radiografia ou exames de sangue recentes, leve — ajudam. O exame de imagem necessário é feito na própria avaliação.
Posso levar um acompanhante?
Sim, e costuma ajudar. Muita gente prefere ouvir o plano de tratamento junto com um filho ou o cônjuge.
Onde fica a clínica?
Ficamos na Av. Praia de Itapuã, 289, Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas - BA.
Ficou com alguma dúvida?
Na avaliação fazemos exame de imagem, conversamos sobre sua saúde e apresentamos o plano de tratamento por escrito. Você decide depois, com tudo na mão.
Atendimento exclusivamente particular. Não atendemos convênios, planos odontológicos ou SUS.